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Auditores cobram efetividade nas negociações

Auditores cobram efetividade nas negociações

A volta ao trabalho dos Auditores-Fiscais, depois de 52 dias de greve, foi manchete nos principais jornais do Brasil, ontem (12/5). A trégua estabelecida pela Classe em resposta ao apelo do ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, no dia 6 de maio, foi decidida na última Assembléia Nacional (8/5).

Desde o início da Campanha Salarial, em agosto do ano passado, os Auditores buscam obter a devida valorização do cargo e o atendimento das reivindicações através do diálogo. O que não foi possível em virtude dos sucessivos recuos por parte do Governo.

A expectativa da Classe é que o Executivo, a partir da suspensão da greve, valorize essa demonstração de boa vontade e reabra de forma efetiva as negociações. É fundamental aproveitar a trégua que se estenderá até o dia 1º de junho para marcar novas reuniões. A intenção é que pontos pendentes sejam discutidos e que avanços concretos sejam acordados como resposta ao gesto dos Auditores.

Comunicado ? Com o intuito de concluir a negociação o quanto antes, o presidente do Unafisco, Pedro Delarue, e da Fenafisp (Federação Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil), Lupércio Montenegro, enviaram cartas assinadas em conjunto ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e a alguns ministros comunicando a suspensão da greve. As cartas podem ser lidas anexas.

?Os Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil nunca desejaram a Greve, pois entendemos ser nosso dever suprir o Estado Brasileiro de recursos financeiros, tão necessários para a promoção do crescimento do Estado e continuidade das atividades e projetos em benefício da sociedade brasileira. Porém, após sete meses de negociação com o Ministério do Planejamento, os Auditores-Fiscais viram retroceder os acordos e negociações, mesmo após a aprovação do orçamento e dos recordes de arrecadação em 2008?, explicaram os sindicalistas ao presidente Lula.

?Estamos certos de que a garantia dada por Vossa Excelência é suficiente para acreditarmos que doravante haverá avanços nas negociações a fim de, rapidamente, chegarmos a um bom termo?, argumentaram ao ministro Paulo Bernardo.

Agora cabe ao Governo, ciente da insatisfação dos Auditores e do prazo para a negociação, apresentar uma proposta definitiva que traduza a importância da Classe para o Estado e de fato atenda as suas reivindicações.

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